Cânion Vermelho: seus paredões com 30m de altura exibem toda a beleza quando iluminados pela luz do sol

O cânion Vermelho tem este nome por causa do arenito que o compõe; a coloração é produzida pelo ferro oxidado na rocha. Vistas de perto, as rochas exibem listras em vários tons de vermelho, luas e branco, com marcas de infiltração de outros minerais. Os paredões do cânion têm 30m de altura e se distancian de 2 a 4m um do outro.


Eles exibem toda a beleza quando iluminados pela luz do nascer ou do pôr-do-sol. Essa magnífica atração em meio aos montes Eilat foi lentamente desgastada pela água e pela areia carregada pelo vento do rio Shani. Inundações carregando imensos blocos estenderam o cânion, criando saliências que hoje são usadas por aventureiros para descansar.

Os blocos que se ficaram no desfiladeiro criaram enormes escadarias. Para chegar ao cânion Vermelho dirija para o oeste de Eilat e siga até à fronteira com o Egito, antes de virar para o norte. O desfiladeiro fica próximo ao monte Hizkiyahu. A vegetação desértica nas redondezas inclui arbustos de giesta-branca e acácias. Quando aos animais selvagens, podem-se encontrar perdizes do deserto, mas, devido à camuflagem das aves, é difícil vê-las no arenito ferruginoso.

MAR MORTO


As margens do mar Morto, 400m abaixo do nível do mar, são o lugar seco mais baixo da Terra. No fim do vale do rio Jordão, esse mar interior forma a ramificação mais ao norte da Grande Fenda Africana – parte de uma gigantesca ranhura na crosta terrestre.

O mar Morto fica espremido entre as colinas da Judéia, no oeste, e os planaltos de Moab e Edom, no leste. É alimentado pelo rio Jordão e por vários outros córregos. Em seus 80 km de comprimento, é dividido pela península Lisan (“A Língua”). A porção norte é maior e mais profunda do que a sul, onde a água não tem mais de 6m de profundidade.

A evaporação durante os meses de verão, quando a temperatura pode ultrapassar os 50°C, cria uma paisagem de chaminés salinas e blocos flutuantes de sal. A concentração de sal no mar Morto é seis vezes maior do que no oceano; o mineral é composto por potassa, magnésio e bromo. Acredita-se que as águas tenham efeito terapêutico no tratamento de problemas de pele e de artrite.


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